segunda-feira, 29 de novembro de 2010

November rain.

 (...)
'Cause nothing lasts forever
Even cold november rain ...
 

New Hope.

A triste luz da lua, brilha sobre mim novamente. Agora finalmente posso respirar, quanto tempo esperei por isso? Longos dias e cruéis noites de espera, imaginando como seria... Ela é fria, mesmo assim me deixa com esperanças. Só agora posso respirar novamente.
Obrigada por me iluminar um pouco, minha querida.*





The last breathe.





É como se toda aquela juventude, aquela alegria, se esvai-se...
Passando por entre meus dedos, escorregando. Droga! Perto de mais para alcançar! Sinto que meus sentimentos estão me deixando. Sendo assim serei apenas mais um corpo sem alma... Sim, a vida me deixou.



*

A vida é tão frágil.

 * 

Um dia bem, outro dia triste, em algum outro feliz e realizada. Depois morta? Nunca soube muito bem o valor da vida, acho que ninguém jamais sabe.Só sabemos o seu valor quando a morte bate a nossa porta. Talvez seja esse o papel que a morte exerce. Nos lembra das simplicidade, de como fomos felizes um dia, de como aquelas lágrimas poderiam nunca ter caido sobre nossa face, ou mesmo que tivessem caido, que não desperdiçassemos mais tempo com elas. Mas nos nunca sabemos que o motivo que elas representaram naquele momento, depois de algum tempo se tonararia tão insignificante... é a vida é assim... a vida é tão frágil!*






sábado, 13 de novembro de 2010

One more day.

 Eu queria que todos os dias fossem nublados, não que não goste de sol. É muito bom quando ele nos invadi com seu calor. Mas essa não é questão... não sei tem algo nos dias cinzas que me fazem sentir bem... Talvez seja que eles são todos iguais, e gelados? Me sinto aconchegante, segura e feliz. Me sinto completa.
Até que chega o caloroso sol e desmancha meu gelados sonhos*


Por fim prefiro os dias nublados, porque sei que eles jamais irão me magoar, ou me iludir. Como o malvado sol que se faz de muito caloroso e amoroso, mas quando mais preciso dele, de seu calor, ele me abandona e me deixa no profundo frio* É o sol tem esse efeito na gente.



Sem mais.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Ecos.

 (...)


 





Estranhos passando na rua
Acidentalmente dois olhares se encontram
E eu sou você e o que eu vejo sou eu
E eu pego você pela mão
E o conduzo através da terra
E ajude-me a compreender o melhor que eu puder
E ninguém nos chama para seguir em frente
E ninguém nos obriga a fechar nossos olhos
E ninguém fala
E ninguém experimenta
E ninguém voa ao redor do sol


Entretanto todos os dias você surge em meus olhos atentos
Convidando e me incitando a subir
E através da janela na parede entram agitados raios de luz solar sobre asas
Um milhão de brilhantes anunciando a manhã
E ninguém canta canções de ninar para mim
E ninguém me faz fechar meus olhos
Então escancaro a janela
E chamo você através do céu!




Pink Floyd - Echoes.