quinta-feira, 24 de novembro de 2011

US & THEM...



Percebo que cada ser individualmente tem algum motivo que o faz feliz...
Canções, orações, abraços, beijos, pessoas, animais, objetos, desejos, sonhos, palavras...
Felicidades instantâneas, felicidades duradoras, felicidades eternas!

Agir, pensar, sorrir, chorar, amar, odiar, sofrer, dançar.

O céu não é o limite quando nos sonhamos!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

...

Só quem ama, sabe o valor deste amor.
Independentemente de quem você ama, ou do que você ama.
Amores, amores... Só quem tem entende.


Fade to black.

O velho homem estava cansado; Farto, as gotas de suor caiam sobre sua face;
Cansado demais de tentar...
Estava preso dentro de sí mesmo.
Não se importava mais com nada, nem ninguém.. Até porque ninguém ao menos se lembrava de que ele ainda estava vivo, alias vivo não, existindo, e decompondo-se em lembranças dos velhos tempos.

Pra que? Pra que?

Tantas fingem que amam estar vivos, e por que justo ele que sempre teve tudo, e todos aos seus pés, estaria desistindo?

Pra quem esta de fora, a vida do outro lhe parece muito tentadora e magnifica.
Mas só quem esta dentro, sabe de seus temores e angústias.

Sonha!


Aquele tipo de pessoa que vive a sonhar, a imaginar, como sua vida poderia estar...
Sonha, sonha demais pequena menina, mas não se esqueça da realidade, da dura realidade.
Cheia de medos, medos que não lhe pertencem, memórias implantadas em sua cabeça... Pois ela nunca tentou, como saberia o doce amargo do ódio, ou a melancolia do amor?
Queria tentar, mas era pressão demais.
Imaginava sua vida nas histórias dos outros, nas doces fotografias de felicidades, e sorrisos dos outros.
Sem mais, seguia imaginando. Apenas, imaginando, e seria assim pro resto de sua pobre existência.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Angústia.

Angústia

O doce cheiro de uma enorme angústia paira no ar
Penas de fumaça ascendem e fundem-se no céu plúmbeo
Um homem encontra-se em sonhos de campos verdes e rios
Mas acorda em uma manhã sem razão para despertar

Ele é assombrado pela memória de um paraíso perdido
Em sua juventude ou um sonho, ele não pode ser preciso
Ele está acorrentado eternamente a um mundo que parte
Não é o bastante, não é o bastante

Seu sangue se congelou e coalhou com o medo
Seus joelhos tremem e deram caminho na noite
Suas mãos enfraqueceram-se na hora da verdade
Seus passos vacilaram

Um mundo, uma alma
Tempo passa, os rios correm

E ele fala ao rio de amores e dedicações perdidas
E o silêncio responde a estes convites rodopiantes.
Obscuro e perturbado fluxo a um mar oleoso
Severa intimação de o que é ser.

Há um incessável vento que sopra esta noite
E há poeira em meus olhos, que cega minha vista
E o silêncio que fala mais alto que palavras,
de promessas quebradas...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Learning to Fly...

Não consigo tirar os meus olhos do céu que me rodeia.
Com a língua presa e enrolada, somente um desajustado no limite da Terra: Eu

Gelo se forma sobre as pontas de minhas asas
Advertências despercebidas, eu achei que tinha pensado sobre tudo
Nenhum navegador encontrou o meu caminho pra casa
Descarregado, vazio e transformado em pedra...

Uma alma sob tensão que está aprendendo a voar
Aterrado pelas condições mas determinado a tentar!
Não consigo tirar os meus olhos do céu que rodeia.
Com a língua presa e enrolada, somente um desajustado no limite da Terra: Eu.

Numa asa acima do planeta e um crente,
Minha alma suja, um rastro de vapor no ar vazio,
Através das nuvens eu vejo minha sombra voar
No canto do meu olho lacrimejante
Um sonho não ameaçado pela luz da manhã
Poderia soprar essa alma pelo telhado a noite

Não há sensação que se compare com isso
Animação suspensa, um estado de felicidade
Não consigo tirar minha mente do céus que giram..
Com a língua presa e enrolada, somente um desajustado no limite da Terra, Eu!



s2

The grass was greener
The light was brighter
The taste was sweeter
The nights of wonder
With friends surrounded
The dawn mist glowing
The water flowing
The endless river

Forever and ever!




quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O mundo lá fora.

Eu tenho medo do mundo lá fora
E do que acontece a pessoas boas demais
Não quero encarar verdades
Que me fariam desistir de tudo
Antes mesmo de começar

Tento me esconder da luz gelada
Com uma cortina desprezível e rasgada.
Não vou olhar pra fora,
É terrível demais ver
Olhar para o futuro
E querer ir embora....