Numa cidadezinha aonde o vento canta gentilmente,
Aonde os meus cabelos dançam numa música silenciosa;
Cidadezinha singela, crescente ao olhares desatentos
Caipiras, gente de nariz em pé, todo o tipo se encontra por aqui,
Sem muito o que fazer, além de dormir e comer;
Os jovens se queixam, mas sempre encontram uma diversão aqui ou alí;
Me lembro dos meus primeiros dias, dos pequenos planos, primeiros dias de aula.
Nesta cidadezinha não existe o amanhã, apenas o agora; Nunca a deixei aqui está as minhas raízes, aqui estão minha familia.
Mas eu irei partir e talvez não voltarei mais, tão cansada de olhar através da chuva, e andar pra lá e pra cá sem rumo.
Cada canto, cada degrau, cada rua escura guardam um segredo uma recordação.
Pois bem, eu vive e morri aqui a minha vida inteira.
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